Tenho observado em meu dia a dia no consultório que há um desconhecimento impressionante dos familiares a respeito desse assunto, a tal da virose. Imagino que essa falta de informação, é em consequência, no mínimo, pela confusão de termos e usos indevidos por outras áreas do conhecimento além das ciências biológicas, principalmente da informática.

O fato é que o termo virose virou banalidade em nosso cotidiano, talvez pela alta incidência dessas patologias na população infantil. Há quase um desprezo, um descrédito, uma desconfiança no ar, quando se diz que a criança tem uma doença virótica. Dá “mais status” se ela tiver uma doença cuja resolução se supõe que deveria ser usado antibiótico, esse sim, pau para toda obra no imaginário popular:” Se estiver usando antibiótico, tudo bem. Se não, sei não...”

O que são vírus?

Vírus são agentes infecciosos invisíveis a olho nu, sendo vistos apenas ao microscópio eletrônico. Tem uma composição menos complexas do que as bactérias.

Existem doenças graves provocadas pelos vírus, como também existem doenças banais, benignas, sem nenhuma complicação para os seres humanos. São exemplos de doenças viróticas na infância: resfriados comuns, gripes, diarréias, bronquiolites, pneumonias viróticas, verrugas, molusco contagioso, paralisia infantil, caxumba, sarampo, rubéola, hepatite, Aids, mononucleose infecciosa, exantema súbito e tantas outras.



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