O suicídio é uma questão de saúde pública. Não deve ser simplificado ou atribuído a uma única causa, pois trata-se do desfecho de uma série de fatores complexos que se acumularam na história daquela pessoa. Antes de tudo, é preciso buscar informação.

Embora os jovens formem um dos principais grupos vulneráveis, é entre os idosos que ocorre o maior número de suicídios. O risco é ainda maior entre aqueles que têm doenças crônicas, incapacitantes ou intratáveis e que, por conta da idade, perdem amigos e companheiros de vida.

Na grande maioria dos casos é possível identificar uma progressão que conduz uma pessoa desde a ideação (o pensar no ato) até a efetivação do suicídio. Os sinais nem sempre são óbvios e podem variar:

Falar sobre o suicídio (ou frases relacionadas, como “eu gostaria de estar morto” ou “eu não queria ter nascido”); 
Ausência ou abandono de planos futuros; 
Isolar-se de contato social; 
Apresentar grandes mudanças de humor; 
Ter atitudes arriscadas, como dirigir de forma imprudente ou entrar em brigas; 
Dizer adeus aos amigos e familiares como se não fosse vê-las novamente.
Os familiares podem e devem falar sobre o assunto, "as pessoas não compartilham seus sentimentos por vergonha e na solidão acabam tomando decisões para acabar com a dor" o diálogo e a transparência são elementos fundamentais na prevenção!
Na maioria das vezes, não basta apenas recomendar que se busque um tratamento, é necessário conduzir a pessoa de forma que ela chegue ao atendimento: marcar uma consulta junto com ela, acompanhá-la no dia e se mostrar disponível para as orientações que o médico vão passar.

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